No Brasil imperial, o menino Sérgio é tirado do aconchego de casa e matriculado em um colégio interno. Lá, depara-se com uma sociedade de alunos e professores -encabeçada pela figura do diretor da instituição, Aristarco -que nada mais é do que a reprodução, em um microcosmo, da estrutura social brasileira no século XIX, mais especificamente no período que antecedeu à República. É neste ambiente inamistoso que Ségio toma conhecimento da lei do mais forte. É entre estranhos que ele se vê envolto pelo turbilhão da puberdade e pelo sentimento de injustiça.
202 páginas
Editora LPM Pocket, em brochura
Romance; Ficção; Literatura Brasileira
